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Secretaria de Saúde orienta população sobre cuidados com manchas de óleo nas praias


Foto: Adema / Sergipe

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) orienta a população do Rio Grande do Norte quanto aos cuidados que devem ser adotados ao serem encontrados resíduos de óleo em algumas praias do litoral potiguar.


A Sesap ressalta a importância de a população evitar contato direto com a água e o solo nas regiões atingidas pelo óleo, sobretudo os grupos que possuem maior vulnerabilidade, como crianças e gestantes. Quando houver contato com o óleo, mesmo que não haja o surgimento de sintomas, a população deve buscar atendimento médico na unidade de saúde mais próxima.


De acordo com o Ministério da Saúde, os efeitos à saúde decorrentes da exposição aos derivados de petróleo podem se dar de diversas formas, como dor de cabeça, náusea e irritações na pele, em caso de contato com o material, e dor abdominal, diarreia ou vômito, em caso de ingestão.


VEJA RECOMENDAÇÕES


À população em geral:

- Não entrar em contato direto com a substância, especialmente crianças e

gestantes;

Assunto: Recomendações gerais quanto ao derramamento de petróleo na costa do

- Evitar contato com a água e solo nas regiões atingidas;

- Seguir orientações dos órgãos de meio ambiente sobre atividades

recreacionais e de pesca nas regiões afetadas, disponíveis em

www.idema.rn.gov.br;

- Buscar atendimento médico na unidade de saúde mais próxima no caso de

exposição ao produto, mesmo que não haja sintomas;

- Contatar o Centro de Assistência Toxicológica do RN – CEATOX por meio

dos telefones: 0800 281 7005 (07 às 18h); (84) 98125-1247 e 98803

4140 (whatsapp) (24h), em caso de exposição ou aparecimento de sintomas.

Aos profissionais de saúde:

- Devem estar alerta aos sinais e sintomas característicos de intoxicação

exógena;

- Devem notificar os casos suspeitos e confirmados de intoxicação exógena na

respectiva ficha do Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN).

Para o preenchimento dessa ficha, orienta-se que, no campo 49 - grupo do

agente tóxico/classificação geral, seja selecionado o item 14 – outros

(especificar petróleo cru). No campo 55 – circunstância da

exposição/contaminação, marcar o item 03 – ambiental;

- Em caso de adoecimento entre trabalhadores, referir que a exposição foi

decorrente do trabalho/ocupação (registrar no campo específico da ficha do

SINAN);

- O Centro de Assistência Toxicológica do RN – CEATOX é o serviço de

referência para suporte no atendimento ao paciente intoxicado, através dos

telefones: 0800 281 7005 (07 às 18hrs); (84) 98125-1247 e 98803

4140 (whatsapp) (24h);

- Em caso de surto alimentar entrar em contato com o Centro de Informação

Estratégica em Vigilância em Saúde (CIEVS), através dos telefones: 0800 281

2801 (07 às 17h); (84) 99652-8528 (24h).


Aos voluntários e trabalhadores da pesca:

- Utilizar instrumentos que evitem contato direto com a substância: Botas ou

calçados impermeáveis, luvas de PVC, óculos de proteção, chapéu ou boné,

roupa com proteção UVA/UVB e máscaras descartáveis para vapores

orgânicos;

- Realizar reposição hídrica (ingestão de água);

- Não fumar próximo ao local das manchas de óleo;

- Em caso de sinais e sintomas procurar uma Unidade de Saúde.


Quanto ao consumo de pescados:

- Avaliar os pescados oriundos das áreas atingidas, considerando a legislação

sanitária vigente no tocante às Boas Práticas de Comércio de Alimentos

(RDC/ANVISA nº. 216/042 e Portaria nº. 326/973);

- Observar a presença de manchas, furos ou cortes nas superfícies, sabor e cheiro

dos peixes e crustáceos;

- Ao escolher peixes, caso tenham escamas, observar se estão brilhantes, além de

estar unidas e presas à pele. Os olhos também devem ser brilhantes e salientes.

As brânquias (guelras) podem variar da cor rosa à vermelha intensa, mas

devem ser brilhantes e sem viscosidade;

- Em casos de dúvidas sobre a qualidade do pescado, não consumir.

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